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IMANE AYISSI COUTURE

Envolver-se num pano é um gesto primordial, comum a uma grande parte da humanidade, da túnica ao sari, da América do Sul à Ásia. Mas ainda hoje é uma forma de vestir quotidiana para muitas mulheres da África Ocidental e Central, que preferem envolver-se num retângulo de tecido para formar uma tanga, por vezes sobrepondo-o para dar o efeito de uma saia dupla. Este é o ponto de partida e a principal inspiração para esta coleção: Abeung Sanda Iyé significa "a bela tanga" ou "a bonita peça drapeada". Assim, explorei diferentes formas de enrolar, drapejar e sobrepor tecidos para criar peças que, por vezes, complementam peças tradicionais do guarda-roupa ocidental ou, outras vezes, resultam em vestidos esculpidos diretamente no manequim, unidos por algumas pregas e uma ou duas costuras. Também procurei criar peças de vestuário drapeando e dobrando, sem as montar, tecidos tradicionais do Gana, da Gâmbia ou do Burkina Faso em algodão ou sumaúma, tecidos à mão em pequenas tiras de 9 a 12 cm de largura. Para além de sedas como os crepes drap, crepes envers satin, organza, tafetá, faille e cetim duchesse, esta coleção inclui várias versões de um dos meus tecidos preferidos, o Kenté, tecido à mão no Gana.


Haverá também algumas "flores Yoyo", feitas a partir de restos de tecido, como uma "sequela" da minha coleção anterior.



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